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terça-feira, 21 de novembro de 2017

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

A pilha de livros vai aumentando e ele não tem tempo de ler os últimos. Acreditamos que não é intencional

domingo, 19 de novembro de 2017

L'incontro annuale della famiglia arancione

CUIDADO COM AS ALTERNÂNCIAS



Começando por citar Otto Von Bismark: “A política é a arte do possível”
Estamos em pleno século XXI e, inserido numa Europa maioritariamente direitista, vivemos neste retângulo à beira-mar plantado, onde a Justiça e a Comunicação Social são fortemente controladas pela direita e a consciência política do eleitorado deixa muito a desejar.
Acham mesmo que algumas soluções apontadas como; acabar com as PPP, evitar que os impostos fujam para a Holanda e Luxemburgo, deixar falir os bancos, não pagar ou renegociar a dívida, são possíveis sem que haja uma revolução tipo “25 de Abril II” ?
É lindo ter ideais políticos, o difícil é pô-los em prática.
Embarquem em avalanches de reivindicações legítimas mas irrealistas no timing e façam o jeito à direita.
Terminando com outra citação de Otto Von Bismark, menos conhecida: “Há ocasiões em que devemos governar livremente e ocasiões em que devemos governar com mão de ditador. Tudo se alterna”.
Cuidado com as alternâncias.        
"O CDS-PP quer evitar “injustiças” no descongelamento de carreiras na função Pública por etapas previstas no Orçamento do Estado para 2018. Para o efeito, o partido liderado por Assunção Cristas entregou uma proposta de alteração ao OE/18 onde pretende que o artigo das valorizações remuneratórias inclua que da aplicação desta medida “não pode resultar qualquer injustiça relativa entre carreiras e estatutos remuneratórios dos trabalhadores da Administração Pública”."
A Cristas que durante 4 anos fez parte de um governo que tratou a Administração Pública abaixo de cão, vem agora reclamar contra as injustiças.
Percebe-se a ideia. À boleia das reivindicações, ela quer acelerar a abertura da caixa de pandora, tornar o orçamento inviável e provocar a queda do governo.
 

sábado, 18 de novembro de 2017

É MESMO ISTO QUE QUEREM?



É MESMO ISTO QUE QUEREM?
As intervenções de Marcelo Rebelo de Sousa, a falta de isenção da comunicação social, a atuação demagógica da direita, os desacordos dos partidos da maioria parlamentar no OE2018, as reivindicações, greves e manifestações dos sindicatos, estão a enfraquecer seriamente a Geringonça, que está presa por arames e só se mantém graças à inenarrável incompetência da oposição de direita. Este estado já se reflete nas sondagens.   
Como resultado de tudo isto, lá para Janeiro, após as eleições para a liderança do PSD, a direita, apoiada por Marcelo e pela comunicação social, vai ganhar novo fôlego e condições para que o PR, ao mais pequeno motivo, dissolva a assembleia da república.
Em nossa opinião, dessas - mais que prováveis - eleições resultarão cinco cenários possíveis:

1)- Uma maioria absoluta do PS (pouco provável)
2)- Uma maioria relativa do PS e uma eventual coligação governamental com o BE
3)- Uma maioria relativa do PS e uma nova versão da Geringonça (muito pouco provável)
4)- Uma maioria absoluta dos partidos da direita (pouco provável, mas possível)
5)- A formação de um governo do Bloco Central marcelista, como Marcelo parece desejar.
      Nota: Tanto Rio como Santana parecem ser os parceiros adequados para o efeito.
Os cenários 2 e 5 parecem ser os mais prováveis, sendo que o 5, devido à atuação de Marcelo e uma esquerda mais preocupada com os interesses partidários, se afigura com maiores hipóteses.
Se pensam que o tal bloco central marcelista irá manter a reposição de rendimentos, tirem o cavalinho da chuva e tenham juízo.
Continuem lá com manifestações e greves, como nunca se viram no tempo da troika, e depois queixem-se.

Força, derrubem o governo que logo virá um governo do bloco central marcelista que, de certeza, manterá a reposição de rendimentos.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O omnipresente



O populismo exacerbado de um homem com ambições políticas sem limites.
Tirou Passos Coelho do caminho, está a escolher o líder do PSD e a desgastar o governo da Geringonça. O objetivo em agenda é o tal governo do Bloco Central marcelista em que, maquiavelicamente, aposta.