domingo, 24 de setembro de 2017

sábado, 23 de setembro de 2017

PAPEL PARA EMBRULHAR CASTANHAS
A ser verdade a revelação do Expresso –o que é cada vez menos provável-, as ditas secretas “disponibilizaram” um relatório, que A. Costa diz desconhecer em absoluto, arrasador para o ministro e as chefias militares –segundo o Expresso-. 
O relatório aponta dez cenários para a execução do assalto, ainda que apenas três sejam considerados "muito prováveis": tráfico de armamento para África, nomeadamente Guiné-Bissau e Cabo Verde, assalto promovido por mercenários portugueses contratados e ainda por grupos de jihadistas.
Tantos cenários indiciam um trabalho “rigoroso” e “útil” porque nos dá a possibilidade de escolher um desses cenários, de acordo com as nossas preferências.
Também a avaliação do ministro é muito útil a quem o quer demitir e essa deve ser mesmo a função das secretas de qualquer país civilizado.
Agora, levanta-se um problema; Umas secretas, que tratam assim a sua documentação dita secreta, também são incompetentes e atuam com uma ligeireza que terá que ser alvo de investigação.
Mas investigadas por quem? Por quem investiga os Panamá Papers?
Está a chegar a época das castanhas e o Expresso vai ter a possibilidade de mostrar a sua utilidade.

Mulher de visão

Uma mulher de visão para Lisboa

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O pessoal pafioso está em pânico. Tanto trabalho com os "suicídios", as listas de mortos, os aviões que caiem e as greves dos enfermeiros.
Veio a S&P e estragou tudo com esta história da saída do lixo.
Quem é que os safa agora do desastre eleitoral?
Definitivamente, a S&P está feita com a geringonça.
Tudo o que seja ajudinha laranja...
Resolvam lá a vossa "luta de classes" e parem de prejudicar o pobre utente do SNS que paga os impostos que vos sustentam.
Porque é que não seguem o conselho do vosso adorado líder laranja e emigram?

quinta-feira, 14 de setembro de 2017



Tem vindo a acontecer sistematicamente, ao longo dos últimos anos e na reta final das campanhas eleitorais.
Alguém, por iniciativa própria ou a mando de outrem, envia uma carta à Procuradoria Geral da República, denunciando anonimamente determinado caso que poderá ser imputado a um político, quase sempre de determinada cor.
Ato imediato, a informação é passada a um grupo de Órgãos da Comunicação Social (OCS).
Alguns destes OCS encarregam-se de “trabalhar” a notícia e difundi-la, repetida e exaustivamente.
Algum tempo depois, a PGR aparece a anunciar que está a investigar o caso.
Pronto, o referido caso até poderá acabar por ser arquivado, mas a pessoa em causa fica “manchada” para sempre.
O segredo de justiça é uma treta.
Pedir responsabilidades a quem?
Trata-se de uma denuncia cobardemente anónima. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Patrão de Passos na Tecnoforma: "O Pedro é que abria as portas todas".
Este arquivamento vai possibilitar que o Pedro continue a abrir as portas e tenha o futuro pós-PSD assegurado.

terça-feira, 12 de setembro de 2017



Dizia o Bugs Bunny num discurso recente:
“Nós sabemos reconhecer e bem a esperteza saloia”.
Não admira, com o conhecimento acumulado de 4 anos de governo…

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Como as promessas são para cumprir, se votarem na Sãozinha os lisboetas vão poder usufruir da nova Cristas Beach. Se os turistas permitirem, obviamente. 

domingo, 10 de setembro de 2017

Parece um absurdo capaz de despertar as mais sonoras gargalhadas a alguém que não conheça a originalidade Tuga. Estamos naquele rectângulo mágico na ponta mais ocidental da Europa onde tudo é possível. Juízo para quê?

sábado, 9 de setembro de 2017



Pronto, aqui fica a sugestão para a UEFA. Pode ser que assim o VAR satisfaça as cores clubísticas daqueles presidentes que, com orçamentos muitíssimo maiores que os clubes chamados pequenos, não conseguem ganhar ou ganham com grande aflição, recorrendo mesmo, por vezes, à terceira parte.
Dantes, o bode expiatório era uma equipa de arbitragem de quatro elementos. Com o aumento da “verdade” desportiva proporcionado pelo VAR, reforçámos o tal bode expiatório.
Se, mesmo assim não chegar, podemos ainda recorrer a níveis superiores de VAR.
Ao aumentarmos a componente humana (subjetiva) estamos a reduzir a confiabilidade do sistema, mas os génios lá sabem.

Acreditamos numa verdade desportiva que inclua a componente tecnológica que possa, por exemplo, colocar chips eletrónicos nas botas dos jogadores e na bola (não é ficção científica e é perfeitamente exequível).

Resumindo, tudo o que aumente a componente subjetiva reduz a confiabilidade e tudo o que aumente a componente objetiva (novas tecnologias), aumenta a tal confiabilidade.

Haverá sempre alguém disposto a dizer que a culpa é do computador e a dar como exemplo o HAL do “2001 Odisseia no espaço”. Aqueles amontoados de circuitos integrados, já estão habituados.